Festival Y#14 – Abertura com Joana Guerra, a 15 de junho

13 06 2018

Joana Guerra_creditos-Isis Araujo

15.junho.2018 > 21h30

Covilhã > Teatro das Beiras [café-teatro]

Apresentação do Programa completo do Festival Y#14 – festival de artes performativas e abertura com concerto de Joana Guerra.
Joana Guerra, cantora e violoncelista, com um percurso artístico interessante entre a improvisação e a composição. Guerra consegue a união iluminada entre a canção e a electro acústica que estabelece em ‘Cavalos Vapor’ – segundo disco a solo com edição da Revolve de Novembro 2016 – um tratado de encanto. Canções impressionistas e experimentais, alinhadas pela hipnose do violoncelo, que se revelam em camadas de luz sobre as quais paira uma voz em chamamento onírico.
É das intérpretes mais transversais no universo lisboeta e com uma presença consistente, não só a solo, mas também no teatro, na dança ou na colaboração intensa com a cena de improvisação livre.

Ficha artística:
Voz, violoncelo, eletrónica: Joana Guerra

Reservas para 968 057 137 ou para o email quartaparedeartesperformativas@gmail.com

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Festival Y#14 – festival de artes performativas | Apresentação e Abertura

4 06 2018

Cartaz Festival Y#14Conceção cartaz: José Manuel Castanheira

Festival Y#14 – festival de artes performativas decorre de 15 de junho a 8 de dezembro de 2018.

15 de junho – apresentação da programação completa do Festival, seguindo-se concerto a solo com a cantora e violoncelista Joana Guerra. Às 21h30, no Café-Concerto do Teatro das Beiras [Covilhã].

Acompanha aqui todas as novidades!





Quarta Parede e Teatro das Beiras promovem debate público com os candidatos às eleições autárquicas para a Câmara Municipal da Covilhã

11 06 2013

A Quarta Parede e o Teatro das Beiras promovem o debate “Que política cultural para a Covilhã?” com os candidatos às próximas eleições autárquicas para a Câmara Municipal da Covilhã. O debate irá decorrer no dia 19 de junho [quarta-feira], às 21h30, no Auditório do Teatro das Beiras.

No debate estarão presentes: Joaquim Matias (PSD), José Pinto (PCP), Pedro Farromba (Independente) e Vítor Pereira (PS). Nuno Francisco, diretor do Jornal do Fundão, será o moderador do debate.

Com esta iniciativa, as duas estruturas profissionais da área das artes performativas promovem o debate público e a discussão dos projetos de cada candidato na área cultural para o próximo quadriénio.





Festival Y#09 | Patricia Caballero apresenta “Chronoscopio”, dia 24.Junho.2011, na Covilhã

22 06 2011

créditos reservados

Patricia Caballero apresenta a performance “Chronoscopio”, no dia 24.Junho.2011, às 21h30, no Auditório do Teatro das Beiras – Covilhã, no âmbito do Festival Y#09 – festival de artes performativas.

Sobre “Chronoscopio”:

Concebido como próximo de um objecto dançante ou coreográfico, Chronoscopio entra em limiares insólitos da percepção, apoiando-se em fenómenos físicos e deixando que os objectos marquem alegremente a sua omnipotência. Este trabalho explora o olhar que nasce detrás dos olhos, o olhar que surge quando olhamos para o fogo.





Festival Y#09 | Tiago Rodrigues apresenta “Se uma janela se abrisse”, dia 21.Junho.2011, na Covilhã

20 06 2011

créditos reservados

Tiago Rodrigues apresenta “Se uma janela se abrisse”, amanhã, dia 21.Junho, às 21h30, no Auditório do Teatro das Beiras – Covilhã, no âmbito do Festival Y#09 – festival de artes performativas.

“Se uma janela se abrisse” foi nomeado espectáculo do ano de 2010, pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Sobre “Se uma janela se abrisse”:

O que vemos, quando assistimos às notícias, às oito da noite, num canal de televisão? Uma proposta da realidade. Uma empresa de jornalismo diz-nos o que é importante no espaço/tempo de um dia. E diz-nos que aquela é a realidade de que fazemos parte. Uma realidade onde, regra geral, nenhum dos nossos pensamentos ou gestos diários estão registados.

Tiago Rodrigues fez um primeiro esboço deste projecto que apresentou a solo no Teatro Maria Matos, em 2009, com o título “Outro dia”. Recorrendo à “dobragem” de vozes, substituiu as palavras de um telejornal por outras palavras, as suas, na tentativa de contar a história de um outro dia. Esta primeira experiência continua a dar mote para esta nova produção.

Substituir o discurso público pelo íntimo é o ponto de partida de “Se uma janela se abrisse”, um espectáculo que descobre formas alternativas de falar dos factos que são “notícia”. A partir daí, nasce um outro “jornalismo”, à escala humana de um palco, onde um olhar entre dois actores pode ter a mesma importância que o fenómeno do aquecimento global.

O título do espectáculo nasce dos versos de Alberto Caeiro, ele próprio versão pública da intimidade de Pessoa: “Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora / E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse / Que nunca é o que se vê quando se abre a janela”.





“Subterrâneos de Alice”, criação da Quarta Parede estreia a 24.Março.2011

17 03 2011

Cartaz "Subterrâneos de Alice"

“Subterrâneos de Alice”, uma criação da Quarta Parede, estreia no dia 24.Março.2011 [quinta-feira] e estará em cena até dia 2.Abril.2011 [exceto dia 28.Março], no Auditório do Teatro das Beiras [Covilhã], às 21h30.

“Subterrâneos de Alice” parte da obra “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carroll. É um espetáculo de teatro de objetos/multimédia, com direção de Sílvia Ferreira, dirigido ao público em geral a partir dos 12 anos.





1º Andar – mostra de criadores emergentes 2010 | Mariana Pimentel, dia 4.Dezembro.2010

22 11 2010

Crédito foto: João Costa

O 1º Andar – mostra de criadores emergentes 2010 encerra com a apresentação do espectáculo de dança/performance “We don’t have money but we are funny”, de Mariana Pimentel, dia 4.Dezembro.2010, às 22h30, no Auditório do Teatro das Beiras [Covilhã].

 

Sobre “We don’t have money but we are funny”:

Este solo é baseado na cultura brasileira vista por meio de um olho externo imaginário. É um manifesto de dualismo: a defesa da complexidade desta cultura é também uma crítica, excedendo o cliché por meio dele próprio. O resultado é um hibridismo entre o cliché e a desconexão, o que é óbvio e o que é ambíguo, a superfície da imagem e a sua profundidade, o texto e o sub-texto, e assim por diante.

“A fragilidade indefesa de um país que dança, iludidos pelos burocratas da capital. Um presente corrupto que chega a ser obsceno. Ser subdesenvolvido não é ‘não ter’: é não estar no presente, e, ao mesmo tempo, esquecer facilmente o passado. Porém, não é melhor do que fingir um desenvolvimento, aproveitar este subdesenvolvimento?” (Mariana Pimentel, baseada na crônica “Nunca estamos nos melhores dias”, de Arnaldo Jabor).