Festival Y#14 – festival de artes performativas | Apresentação e Abertura

4 06 2018

Cartaz Festival Y#14Conceção cartaz: José Manuel Castanheira

Festival Y#14 – festival de artes performativas decorre de 15 de junho a 8 de dezembro de 2018.

15 de junho – apresentação da programação completa do Festival, seguindo-se concerto a solo com a cantora e violoncelista Joana Guerra. Às 21h30, no Café-Concerto do Teatro das Beiras [Covilhã].

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Festival Y#11 – festival de artes performativas | A partir de dia 8 de outubro, na Covilhã

26 09 2014
conceção cartaz: José Manuel Castanheira

conceção cartaz: José Manuel Castanheira

A 11ª edição do Festival Y ocorre no ano em que se comemora o 40º aniversário do 25 de abril. A revolução de abril permitiu-nos a diversidade de opiniões, o acesso à arte de um modo plural e, essencialmente, permitiu-nos confrontar ideias. Não foi fácil este caminho, por um lado já longo e por outro tão breve. Tanto foi o que se fez e tanto o que ainda teremos de realizar… Porque para nós é importante assinalar esta data, a programação do Festival Y dedica dois espetáculos ao 25 de abril, trazidos pelas estruturas Teatro do Vestido e Mundo Perfeito/Tiago Rodrigues. Mas é todo o ecletismo e diversidade que procuramos através da música, da dança, do teatro e da residência artística, bem como das temáticas, e que nos traz uma vez mais a diferenciação e a complementaridade, marcas do Festival Y, nas quais sempre quis ser referencial. É esta pluralidade de ideias, de estéticas, de criadores que nos agrada e por isso a temos como matriz fundamental na Quarta Parede.

Rui Sena, diretor artístico

Programa Festival Y#11 – festival de artes performativas:

8.outubro.2014 [4ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Teatro do Vestido > Fragmentos de Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas”

crédito foto: TdV

crédito foto: TdV                                                                          2h30m | teatro | maiores 12 anos

Sobre a ditadura portuguesa, a revolução e o processo revolucionário

Este projeto performativo parte de uma pesquisa sobre algumas das memórias da história recente de Portugal, numa perspetiva histórica, política e afetiva, e com base em testemunhos de pessoas comuns – desafiando as grandes narrativas destes três períodos/acontecimentos, que se têm construído sobretudo sobre a ideia de protagonistas militares e políticos. Quisemos saber onde ficavam as pessoas no meio destas memórias, e destas narrativas, e como é que a transmissão deste período crucial da história de Portugal se opera nos dias de hoje. Que omissões, revisões, rasuras estão a acontecer e como e por quem? Que versões da história nos são ensinadas e que outras podemos aprender? Segundo Keith Jenkins, a história e o passado não são a mesma coisa. Segundo Elizabeth Jelin, a memória é uma luta. Segundo Hayden White, a história é uma narrativa. E, por fim, segundo Marianne Hirsch, a 2ª e 3ª gerações são aquilo a que ela chama ‘gerações da pós-memória’. A nossa memória é, portanto, pós e é nessa condição de um ‘outro olhar’ que temos vindo a construir as palestras performativas que fazem parte deste museu, como uma lição de história que não se aprende em nenhuma disciplina que conheçamos – e talvez por isso mesmo estejamos a construir este espetáculo: por nunca o termos podido aprender mesmo quando pedimos que nos ensinassem, que nos contassem como as coisas se tinham ‘realmente’ passado
O facto de o ano de 2014 marcar o 40º aniversário do 25 de Abril não é uma coincidência.
“Há um acordo secreto entre as gerações passadas e a geração atual”.
Walter Benjamin
Em Portugal, na ausência de uma Comissão da Verdade e Justiça, ou algo semelhante, são os ativistas, os cientistas sociais, os historiadores, bem como os artistas, quem tem levado a cabo esse paciente trabalho de reconstituição, contra a usura do tempo e das ideologias vigentes que, cada qual à sua maneira e de acordo com a sua agenda, têm procurado – mais do que estabelecer pontos de vista – reescrever a história.
Apresentamos no Festival Y#11 fragmentos de um projeto mais amplo, que estreará no final do ano, e ao qual chamámos “Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas”. A presente seleção de materiais inclui as palestras performativas: “Arquivos Invisíveis da Ditadura Portuguesa”, “Sobre o Silêncio Persistente”, “Português Entrecortado” e “Quando é que a Revolução Acabou?”.

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10.outubro.2014 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Mário Franco Trio

crédito foto: Lino das Neves   1h30m | música/jazz | maiores 6 anos

crédito foto: Lino das Neves                                                     1h30m | música/jazz | maiores 6 anos

Mário Franco, Sérgio Pelágio e André Sousa Machado conheceram-se enquanto alunos da Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal no início dos anos 80. Desde logo, mostraram uma enorme empatia musical que os levou a criar o Art Jazz Trio, grupo marcante e influente na história do Jazz feito em Portugal.

Continuaram a encontrar-se regularmente em diferentes formações lideradas por outros músicos tais como Mário Laginha, Bernardo Sasseti, Carlos Martins ou Andy Sheppard e nunca perderam contacto artístico.
Em 2009, voltaram a reunir-se como Trio para uma atuação no Hot Clube de Portugal e não mais voltaram a separar-se.
Desenvolvem desde então um repertório muito particular e extenso que inclui arranjos de standards e composições originais para construir um som de grupo e uma capacidade de interplay que os distingue no atual panorama do Jazz nacional e internacional. As influências do grupo são muito diversas e abrangentes e espelham as carreiras individuais dos três músicos: Mário Franco, contrabaixista mas igualmente bailarino e compositor regular para peças de dança e cinema, André Sousa Machado, baterista mas colaborador regular com músicos de outras áreas tais como Fausto ou Rão Kyao, Sérgio Pelágio guitarrista e fundador da companhia de teatro/dança Real Pelágio compondo frequentemente para dança.

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11.outubro.2014 [sábado] > 16h | Covilhã > Pelourinho [percurso Pelourinho-Jardim]
Xaral’s Dixie

créditos reservados 1h | música/jazz | todas as idades

créditos reservados                                                                             1h | música/jazz | todas as idades

Este projeto nasceu no final de 2008, baseado num grupo de amigos, que já tocavam juntos noutros projetos musicais e que a determinada altura, influenciados pelo gosto do estilo Dixie, se decidiram a experimentar tocar uns temas Dixie.
A sensação foi tão boa que ainda hoje quando tocamos esses temas, sentimos a mesma emoção das primeiras vezes.
Somos oito elementos e o nosso objetivo é simples, divertirmo-nos e divertir as pessoas com este estilo tão alegre e desconcertante, sustentado num fraseado melódico, quase sempre alegre, definitivamente bem disposto e sempre com a liberdade que está na base do estilo Dixie.

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14.outubro.2014 [3ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Rafael Alvarez > sweetSKIN

crédito foto: Susana Paiva 50min. | dança | maiores 12 anos

crédito foto: Susana Paiva                                                                        50min. | dança | maiores 12 anos

“sweetSKIN” é um solo criado e interpretado pelo coreógrafo Rafael Alvarez, cuja matéria incide num encontro improvável entre a personagem de um skinhead com as Suites para Violoncelo Solo de Bach, procurando refletir sobre os nossos ‘modos de ver’ e perspetivar a realidade. De que forma equívocos e preconceitos se corporalizam nas coisas que julgamos conhecer, tomando o todo pela parte? Como se constroem novas narrativas para um corpo, um lugar ou uma imagem que já ‘re-conhecemos’, subvertendo e desconstruindo estereótipos? “Nem sempre aquilo que parece é” ou “não julgues um livro pela sua capa” são algumas das ideias chave que o coreógrafo desenvolve nesta criação, cuja estreia teve lugar em 2010 no Centro Cultural de Belém (coprodução Centro Cultural de Belém) acompanhado ao vivo na sua versão original pelo violoncelista Nuno Abreu.
“sweetSKIN” foi apresentado em Lisboa (Centro Cultural de Belém), em Coimbra no Festival Citemor (Teatro da Cerca de São Bernardo), em Madrid (Teatro Pradillo), em Natal (Encontro Internacional de Dança Contemporânea), em São Paulo (Fórum Internacional de Dança do Estado de São Paulo) e em Buenos Aires.

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16.outubro.2014 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Tiago Rodrigues/Mundo Perfeito > Três dedos abaixo do joelho

crédito foto: Magda Bizarro 75min. | teatro | maiores 12 anos

crédito foto: Magda Bizarro                                                       75min. | teatro | maiores 12 anos

No arquivo da Torre do Tombo, Tiago Rodrigues encontrou um arquivo enorme da censura exercida sobre o teatro durante o regime fascista. Entre milhares de textos de teatro submetidos ao exame dos censores do Secretariado Nacional de Informação, Tiago Rodrigues ficou particularmente interessado nos relatórios escritos pelos próprios censores onde explicam os cortes ou proibições de textos e encenações.
A ironia por trás de Três dedos abaixo do joelho é que transforma os censores em dramaturgos, usando os seus relatórios como o texto de um espetáculo que é uma máquina de censurar poética e absurda. De alguma forma, aqueles que oprimiram a liberdade artística e política do teatro deixaram-nos uma herança que nos pode ajudar a redescobrir o perigo e a importância do teatro na sociedade.

Este espetáculo foi escolhido pelo jornal Público como um dos 10 melhores apresentados em Portugal em 2012 e foi nomeado para os prémios SPA na categoria de Melhor Texto Português Representado e Melhor Espetáculo de Teatro, tendo sido premiado pela última nomeação. Foi galardoado na categoria Melhor Espetáculo de Teatro de 2012 pelos Globos de Ouro.

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21.outubro.2014 [3ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Rui Catalão > A exaustão da confiança

créditos reservados 1h | peça-conferência | maiores 12 anos

créditos reservados                                                                            1h | peça-conferência | maiores 12 anos

A exaustão da confiança

A partir de textos de Richard Dawkins e de Samuel Johnson, uma reflexão sobre a desagregação da solidariedade social, e da própria vida em comum, a partir do momento em que deixamos de estar em contacto com os corpos anónimos com quem nos relacionamos através da net.

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23.outubro.2014 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Mariana Tengner Barros > The Trap

crédito foto: Marco Pires aprox. 45min. | dança/performance | maiores 16 anos

crédito foto: Marco Pires                                                                   c. 45min. | dança/performance | maiores 16 anos

THE TRAP surge no sentido de continuar a trabalhar sobre a temática da identidade do corpo e o poder da sua representação na arte e nos media, explorando a sua relevância nos fenómenos sociais da “fama”, “aparência” e “simulacro”. THE TRAP é uma armadilha, sobre a derradeira armadilha (a sociedade do espetáculo) e as aberrações que propõe, a felicidade que induz, o modo como as pessoas se representam e se mostram, as tensões entre “parecer” e “ser”, o glamour e a sua destruição, o ridículo que emerge nos processos de construção e desconstrução da nossa própria imagem e identidade. Um dos pontos paradigmáticos dessa construção de identidade, passando pelo crivo do “vencer” e “conseguir”, prende-se de facto com o fenómeno sócio-televisivo atualmente hiper-acentuado da “ fama” e do “ ícone”. Interessa-me escavar essas maneiras de apresentar e “enfeitar” o corpo, de o promover com o fim de “ser-sucesso” (seja o que representar para o indivíduo). Este “ser-sucesso” demonstra ser a manifestação quase patológica da ideologia do progresso/capitalismo. Em derradeira análise, e em tom jocoso, estaremos perante essa longínqua ressaca iluminista, se “ser-sucesso” for o último patamar do progresso.

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25.outubro.2014 [sábado] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Pé de Pano/Peter Michael Dietz > Medo de ser matéria

crédito foto: Helder Milhano 45min. | teatro/dança | maiores 12 anos

crédito foto: Helder Milhano            45min. | teatro/dança | maiores 12 anos

Este solo tem por base ideias muito simples.
Hoje, o que somos nós neste mundo? O que nos move e o que nos prende? O que nos estimula e o que nos restringe?
O Ser e o Corpo são a Matéria deste espetáculo.
Aqui voltamos ao Corpo.
Ao corpo real e virtual, quotidiano e performativo. Ao Corpo em Metamorfose. Ao Corpo Sangue. Ao Corpo Pensamento. Ao Corpo Olho. Ao Corpo Desejo. Ao Corpo em queda.
Pergunto e desafio-me: hoje, o que sou eu como performer, como criadora, nesta cidade, neste país, neste mundo?
No sentido de mantermos uma reflexão aberta e universal a PédePano – Associação convidou o criador Peter Michael Dietz para dirigir o processo de pesquisa e de criação.
Maria Belo Costa

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 27|28|29|30.novembro.2014 | Covilhã 

Residência artística “O mundo visto da lua”, com direção de José Manuel Castanheira

A residência artística “O mundo visto da lua” pretende juntar cenógrafos, profissionais do espetáculo e estudantes das várias áreas artísticas, incluindo as ciências da cultura e a arquitetura para, em conjunto, discutirem e elaborarem, em ambiente de oficina, questões à volta da criação de um projeto transdisciplinar. Durante 4 dias tentamos organizar e projectar linhas de ação, métodos e ferramentas para um futuro espetáculo inovador. Os trabalhos desenvolvem-se à volta de temáticas provenientes da literatura e deambulam por linguagens como a dramaturgia, cenografia, vídeo, cinema e a iluminação, com especial incidência no recurso às novas tecnologias digitais.





Festival Y#10, de 10 a 29 de maio.2012 | Programa

8 05 2012

Conceção cartaz: José Manuel Castanheira

Sobre o Festival Y#10 – festival de artes performativas:

Dez anos de Festival Y…

A promover a arte contemporânea na Beira Interior,

A insistir que o interior tem a capacidade de ser referencial,

A teimar que viver aqui é uma opção e não uma desistência,

A divulgar a região tanto a nível nacional como internacional,

A acreditar que ajudamos a transformar o mapa cultural do país.

Dez anos que nos marcaram profundamente e nos fazem acreditar que a arte não é um objeto descartável ou menor, como muitos hoje querem fazer crer.

O conhecimento transforma positivamente as regiões, os países e o mundo, por isso continuaremos a dar o melhor do nosso esforço para nos ultrapassarmos em cada ano que passa.

Foram mais de uma centena os criadores que partilharam este tempo, foram, apesar das dificuldades, muitas as instituições que nos deram o seu apoio, foram milhares os espetadores que nos acompanharam nesta viagem, e é neste conjunto imprescindível de pessoas que nos revemos, que nos sentimos orgulhosos e motivados para o nosso trabalho futuro. Por isso, apesar de todas as adversidades, não desistiremos.

Rui Sena, diretor artístico

Programa:

10.maio.2012 > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida

Mariana Tengner Barros, com “The Trap”

19.maio.2012 > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras

Rui Monteiro, com “diat0m”

21 e 22.maio.2012 > 10h e 14h | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras

Sérgio Pelágio, com “Histórias magnéticas – Enquanto o meu cabelo crescia”

23.maio.2012 > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida

Cía. Daniel Abreu, com “Perro

24.maio.2012 > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras

Horman Poster, com “Pasado perfecto”

[no âmbito do projeto de internacionalização “Do outro lado/Al otro lado”]

25.maio.2012 > 22h | Guarda > Teatro Municipal – Café-Concerto

AbztraQt Sir Q

26.maio.2012 > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras

Companhia Paulo Ribeiro, com “Sábado 2”

29.maio.2012 > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras

Matxalen Bilbao, com “Sast!”

[no âmbito do projeto de internacionalização “Do outro lado/Al otro lado”]





Festival Y#09 – festival de artes performativas

20 05 2011

Concepção de cartaz: José Manuel Castanheira

Festival Y#09 – festival de artes performativas, de 27 de Maio a 3 de Julho.2011, na Covilhã, Castelo Branco, Guarda e Torres Novas. Consulte o programa completo aqui ou na Box.





Festival Y#08 – festival de artes performativas

14 09 2010

Começa já esta sexta-feira, dia 17.Setembro.2010, o Festival Y#08 – festival de artes performativas, com a performance musical “Tumbala“, às 21h30, no Jardim Público – Covilhã. No sábado, dia 18.Setembro.2010 é a vez de Torres Novas receber os Circolando, com o espectáculo de teatro físico/música “Charanga”, às 21h30, na Praça 5 de Outubro.

Segue programa completo do Festival Y#08 – festival de artes performativas:

COVILHÃ

17.Setembro.2010 > 21h30 | Jardim Público

Tumbala [performance musical]

7|8|9.Outubro.2010 > ao longo do dia | vários locais

Patrícia Portela > Audiomenus [contos]

20 a 23.Outubro.2010 > 21h30 > Auditório Teatro das Beiras

Quarta Parede > Gota a gota [teatro visual/multimédia]

20 a 30.Outubro.2010 [excepto dias 24 e 25] > 21h às 23h30 > Teatro das Beiras

Quarta Parede > Corpo Memória Desperdício [instalação multimédia interactiva]

26.Outubro.2010 > 21h30 > Auditório Teatro das Beiras

António Júlio > 200 gr. [performance]

30.Outubro.2010 > 21h30 > Auditório Teatro das Beiras

David Marques > Future Plans [dança]

GUARDA > Teatro Municipal

14.Outubro.2010 > 21h30

Sónia Baptista > Vice-Royale. Vain-Royale. Vile-Royale [performance]

21.Outubro.2010 > 21h30

Antonio Tagliarini & Idoia Zabaleta > Royal Dance [dança]

29.Outubro.2010 > 21h30

Macarena Recuerda Shepherd > That’s the story of my life” [teatro de objectos/multimédia]

TORRES NOVAS

18.Setembro.2010 > 21h30 > Praça 5 Outubro

Circolando > Charanga [teatro físico/música]

4.Outubro.2010 > 21h30 > Teatro Virgínia

Teatro Necessario > Nuova Barberia Carloni [novo circo/música]

9.Outubro.2010 > 21h30 > Teatro Virgínia

Companhia Clara Andermatt > Void eléctrico [dança/música]





Revista Obscena, nº 22, à venda na Quarta Parede

10 02 2010

Obscena – revista de artes performativas, nº 22 + revista team network à venda no secretariado da Quarta Parede [Rua Mateus Fernandes, nº135, 2A – Covilhã].