CANCELAMENTO/ADIAMENTO_Início Festival Y#16 – festival de artes performativas

16 03 2020
Face à evolução do surto de Coronavírus Covid19 e seguindo as recomendações das Autoridades de Saúde, a Quarta Parede cancela/adia o concerto de Budda Power Blues, espetáculo de abertura do Festival Y#16 – festival de artes performativas, que tinha sido programado para o dia 20.março, pelas 21h30, no Auditório do Teatro das Beiras.
O concerto irá realizar-se em data a anunciar segundo a evolução dos acontecimentos.




Festival Y#16 – festival de artes performativas – Programa

9 03 2020

CARTAZ Festival Y#16 - festival artes performativas

Programa Festival Y#16 – festival de artes performativas:

20.março.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras 
Budda Power Blues > Concerto

Budda Power Blues_créditos reservados

créditos reservados

Considerados a melhor e mais importante banda de Blues nacional, os Budda Power Blues têm em Budda Guedes a figura mais notória do género em Portugal. Com o trio como formação, são reconhecidos por frequentemente juntarem 3 vozes à guitarra, baixo e bateria, oferecendo uma massa sonora pouco habitual nesta formação. O trio conta concertos no Blues Garage, Cotai Jazz & Blues fest, Blue Balls Festival, Lusitainian Blues Night Aalt Stadhaus, entre outros. Se tivéssemos que resumir um concerto de Budda Power Blues numa frase diríamos que se trata de um espetáculo de Blues do séc. XXI bem condimentado com todas as origens do estilo e onde o entretenimento anda lado a lado com a mestria dos instrumentos e arranjos.

Ficha artística:

Voz e Guitarras: Budda Guedes | Bateria: Nico Guedes | Baixo: Carl Minnemann

Música (Blues) | Duração: 75 min. | Classificação etária: maiores 6 anos

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17.abril.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Nerea Martinez > “Biraka”

Integrado no projeto Do outro lado/Al otro lado com La Fundición-Bilbau

BIRAKA 4

créditos reservados

“BIRAKA é um desafio pessoal; um desejo de investigar a minha memória e fazer uma viagem entre o corpo que eu fui e o que sou. Uma homenagem às minhas raízes.”

A peça indaga as conexões entre a dança tradicional Basca e a dança contemporânea, reunindo os dois mundos. Estabelece um diálogo coreográfico com a Cultura Basca a partir de uma linguagem contemporânea, reinventando elementos da tradição. A Txalaparta, um instrumento de percussão, imbui o trabalho de caráter Basco e oferece contemporaneidade pelas suas propriedades atonais e pela sua capacidade de inovação e experimentação.

Ficha artística

Conceito, Direção e Interpretação: Nerea Martínez | Direção de Cena: Matxalen Bilbao | Coreografia: Nerea Martínez, Matxalen Bilbao | Música: Argibel Euba, Eneko Uribe | Figurinos: Mónica Lavandera | Cenografia: Babel Studio | Fotografia: Borja Preciado, Jesús Robisco | Vídeo: Borja Preciado | Luz: Zigor Gorostiola | Produção: Mar Mar | Design Gráfico: Peru Isasi | Projeto com Residência de Criação: La Fundición, L’animal a l’esquena, Espacio Espiral, Arragua Lekeitio, BaratzaAretoa, Urduliz Kultur Etxea | Com o apoio de Eusko Jaurlaritza (Kultura Saila), BilbaoEszena, La Fundición.

Dança | Duração: 50 min. | Classificação etária: maiores 10 anos

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21.maio.2020 [5ª feira] > 14h30 | Covilhã > Auditório EPABI
Masterclass com Joana Gama & Luís Fernandes [residência artística]

A convite da Quarta Parede, Joana Gama e Luís Fernandes propõe-se a voltar à composição de música em duo. Em contexto de residência artística o duo dedicar-se-á a compor novo material a partir da experiência acumulada nas diversas colaborações levadas a cabo nos últimos 4 anos. Será ainda realizada uma sessão educativa, dirigida aos alunos da EPABI, composta por um miniconcerto e uma sessão de esclarecimento sobre técnicas e processos de composição utilizados durante a semana.

Ficha artística

Piano: Joana Gama | Eletrónica: Luís Fernandes

Música | Duração: 45 min.

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21.maio.2020 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Ignasi Duarte com Gonçalo M. Tavares > “Conversas fictícias”

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crédito foto: Susana Paiva

O artista Ignasi Duarte interroga em cena Gonçalo M. Tavares mediante perguntas que o escritor formulou a personagens das suas obras. Conversas fictícias é um exercício de apropriação literária cuja finalidade não é representar ou adaptar um texto à cena, mas obter um novo relato a partir da própria literatura, dos seus restos. Uma abordagem que revela a natureza do projeto como um instrumento de criação em si mesmo.

www.conversasficticias.com

Ficha artística

Ideia, guião, direção: Ignasi Duarte | Intérpretes: Gonçalo M. Tavares e Ignasi Duarte | Produção: Vasco Neves/Citemor – Festival Montemor-o-Velho

Cruzamentos | Duração: aprox. 60 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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22.maio.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório EPABI
Joana Gama & Luís Fernandes > Concerto

1 ©Lais Pereira

crédito foto: Lais Pereira

Neste concerto, o duo de piano e eletrónica composto por Joana Gama e Luís Fernandes apresenta um concerto com composições inéditas, criadas durante a residência artística. O trabalho espelhará a continuação da procura de uma linguagem singular na relação entre o piano e a eletrónica, na qual ambos são geradores de material harmónico, melódico e textural, a premissa para a residência artística de uma semana na Covilhã.

 

Ficha artística

Piano: Joana Gama | Eletrónica: Luís Fernandes

Música | Duração: 50 min.  | Classificação etária: a confirmar

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28.maio.2020 [5ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida
Lígia Soares > “Cinderela”

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crédito foto: Bruno Simão

Um homem e uma mulher entram em cena e aproximam-se um do outro dispondo-se com cuidado e técnica numa pose romântica que se estende a toda a duração do espetáculo.

Com o intuito de criar uma metáfora em torno dos contos de fadas que povoam o imaginário de todos nós, Lígia Soares apresenta Cinderela. Uma peça de teatro que se assume como um diálogo sobre o amor romântico que, na resistência à mudança de posição, revela uma analogia à imobilidade social.

Os atores Crista Alfaiate e Cláudio da Silva representam em palco uma Cinderela e um príncipe dos tempos modernos, um casal atingido por um conflito latente, decorrente das assimetrias dos seus estratos sociais.

Ficha artística

Direção e Texto: Lígia Soares | Cocriação e Interpretação: Cláudio da Silva e Crista Alfaiate | Música e Apoio à Dramaturgia: Mariana Ricardo| Cenário: Henrique Ralheta | Luz: Rui Monteiro | Assistência de Ensaios: Mia Tomé | Coprodução Teatro Municipal São Luiz, Teatro Municipal do Porto-Rivoli, Teatro Aveirense e Teatro Viriato | Apoio: O Espaço do Tempo, Companhia Olga Roriz, Polo Cultural das Gaivotas/CML

Teatro | Duração: 60 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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6.junho.2020 [sábado] > 17h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Formiga Atómica > “A caminhada dos elefantes”

Dirigido a famílias

A caminhada ©Filipe Ferreira (7)

crédito foto: Filipe Ferreira

Este espetáculo conta a história de um homem e de uma manada de elefantes. Quando o homem morre, os elefantes fazem uma caminhada misteriosa a sua casa, para lhe prestar uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles.

 “A Caminhada dos Elefantes” é sobre a existência, a vida e a morte, e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém. Um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos.

O projeto contemplou um extenso trabalho de pesquisa junto de cerca de 200 crianças, com idades entre os 6 e os 10 anos.

Ficha artística

Encenação: Miguel Fragata | Texto: Inês Barahona | Interpretação: Miguel Fragata Cenografia e figurinos: Maria João Castelo | Música: Fernando Mota | Luz: José Álvaro Correia | Direção técnica: Pedro Machado | Apoio à dramaturgia: Madalena Paiva Gomes (Psicologia) e Elvira Leite (Pedagogia) | Consultoria artística: Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo e Isabel Minhós Martins | Produção: Clara Antunes e Luna Rebelo/Formiga Atómica | Coprodução: Formiga Atómica, Artemrede, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato | A Formiga Atómica é uma estrutura financiada por: República Portuguesa-Cultura/DGARTES- Direção-Geral das Artes

Teatro | Duração: 50 minutos | Classificação etária: maiores de 6 anos

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11.julho.2020 [sábado] > 22h | Castelo Branco > Campo Mártires da Pátria (Devesa)
PIA – Projetos de Intervenção Artística > “O2 [Oxygen]”

O2 Oxygen NoiteBrancaBragaCMBraga (17)

crédito foto: CMBraga

“Num futuro frágil e incerto, emerge um Mundo entorpecido pela desenfreada modernização, suspenso pelas poucas memórias que ainda ecoam em corpos resilientes na procura incessante do elemento vital que lhes suporta a Vida.”

Uma Performance que, através das linguagens do Teatro Físico e das Formas Animadas, convida o espectador a uma reflexão sobre como poderia sobreviver uma sociedade, onde a tecnologia desvanece as relações humanas e o acesso ao oxigénio se torna um luxo.

Ficha artística

Autoria, Encenação, Direção Artística e Plástica: Pedro Leal | Direção de Produção e Audiovisuais: Helena Oliveira | Formas Animadas/Conceção Plástica: Pedro Leal | Sonoplastia, Equipa Técnica e Construção: Álvaro Presumido | Performers: Ana Andrade, Helena Oliveira, Manuel Amarelo, Mafalda Cabral, Pedro Leal, Tiago Augusto | Produção: PIA – Projetos de Intervenção Artística CRL | Parceiros: Long Fung Drama Club (Macau) | Apoio à Criação: Instituto Cultural de Macau, Fundação de Macau e Fundação Oriente | Apoio à Criação: Fundação GDA

Artes de rua | Duração: 50 minutos | Classificação etária: maiores 7 anos

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EM TRÂNSITO – Y  a caminho do Y – artes performativas para novos públicos

6.outubro.2020 [3ª feira] > 10h30 e 14h30| Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira > “O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela”

Dirigido a público escolar

O cão que corre IMG_3282_SusanaPomba

crédito foto: Bruno Simão

Este espetáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio. “Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco. O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

Ficha artística

Criação: Filipe Caldeira | Direção artística: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Interpretação: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves| Texto original: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia: Joclécio Azevedo | Cenografia: Ana Guedes | Apoio à cenografia: Emanuel Santos | Sonoplastia: Rodrigo Malvar | Voz: Catarina Gonçalves | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Vídeo: Teresa Pinto | Apoio à residência: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão: Circular Associação Cultural | Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

Teatro | Duração: aprox. 45 minutos | Classificação etária: maiores 3 anos

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13.outubro.2020 [3ª feira] > 10h30 e 14h30| Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Cláudia Gaiolas > “Antiprincesas – Frida Kahlo”

Dirigido a público escolar

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crédito foto: Estelle Valente

“Frida Kahlo” faz parte de uma série espetáculos criados por Cláudia Gaiolas a partir da coleção “Antiprincesas”, sobre mulheres que marcaram a história: Frida Kahlo, Violeta Parra, Juana Azurduy e Clarice Lispector. São mulheres comuns, heroínas na vida real que desafiaram os cânones e revolucionaram o mundo através da arte, literatura ou política.

“Muito longe daqui, do outro lado do oceano, existe um país chamado México. Mé-xi-co. Neste lugar, há muito tempo, muito tempo, viveu uma menina chamada Frida. Frida. Parece Ferida? Mas não é. É Frrrrrida. Frida Kahlo, a maior pintora do mundo.”

Ficha artística

Direção: Cláudia Gaiolas | Interpretação: Leonor Cabral | Dramaturgia: Alex Cassal | Cenografia e figurinos: Ângela Rocha | Desenho de luz: Daniel Worm | Sonoplastia: Teresa Gentil | Fotografia: Estelle Valente | Produção executiva: Armando Valente | Coprodução: Teatro Meia Volta e Depois à Esquerda Quando Eu Disser, São Luiz Teatro Municipal e EGEAC – Programação em Espaço Público | Uma encomenda SLTM e EGEAC – Programação em Espaço Público, a partir da coleção Antiprincesas, edição de parceria entre a Tinta-da-China e a EGEAC

Teatro | Duração: 35 minutos | Classificação etária: maiores 3 anos

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25.outubro.2020 [domingo] > 15h30| Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Costanza Givone > “Famílias”

Dirigido a famílias

Familias©Danilo Galvão (25)

crédito foto: Danilo Galvão

A minha avó adorava organizar festas, convidava toda a família.

Uma atriz despe camadas de roupa à medida que revela fragmentos da história da sua família. Cada roupa, uma personagem. As memórias pessoais da criadora misturam-se com os contos das crianças ouvidas durante a construção do espetáculo, criando uma grande família imaginária juntamente com o público.

Os espectadores vão-se tornando família, partilham memórias reais e imaginárias. Dança e palavra convivem num espetáculo para teatros e salas não convencionais, que fala da enorme variedade de famílias que hoje existem, suas diferenças e afinidades.

Ficha artística

Criação e interpretação: Costanza Givone | Acompanhamento artístico: André Braga, Cláudia Figueiredo, João Vladimiro | Produção executiva: Ana Carvalhosa e Cláudia Santos | Design e vídeo: João Vladimiro | Produção: Circolando

Teatro | Duração: 50 minutos | Classificação etária: maiores 6 anos

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Y PÚBLICOS 2020 -EIXO DE PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICO-PEDAGÓGICA

O Y PÚBLICOS valoriza o envolvimento, participação e formação de diferentes segmentos de público para e com as artes contemporâneas. Propõe-se um conjunto de ações orientadas pela transversalidade entre as artes performativas e outras áreas artísticas, do conhecimento e da vida e conectadas com os espetáculos do Festival Y#16.

Laboratório de Artes Performativas Sénior [LabSénior]

A tradição oral da Cova da Beira é base dramatúrgica e criativa do LabSénior em 2020-2021. Através do teatro, da narração de histórias e da música, ao longo de 2020 os participantes desenvolvem uma pesquisa que dará origem a pequenas performances a apresentar no final do ano para público em geral e público escolar.

De fevereiro a dezembro (semanal) Local: Centro Ativ’Idades/Covilhã Direção artística: Sílvia Pinto Ferreira

Participação gratuita sujeita a inscrição

 

Interseções

Espetáculos-Oficinas construídos a partir de temas da tradição oral da Cova da Beira resultantes do trabalho desenvolvido no LabSénior em 2020. Integra uma apresentação para público em geral e quatro para o Pré-Escolar e Ensino Básico (datas a anunciar).

Com participantes do LabSénior Direção artística: Sílvia Pinto Ferreira Composição sonora: Defski

Participação gratuita sujeita a marcação

 

Comunidade de Espetadores

Encontros informais entre o público e elementos das equipas artísticas para partilha de sentidos sobre os espetáculos do Festival Y#16. Uma oportunidade para conhecer mais a fundo os artistas e os seus processos criativos.

Encontros após espetáculos:

17.abril.2020 > Biraka de Nerea Martinez

21.maio > Conversas Fictícias de Ignasi Duarte com Gonçalo M. Tavares    

22.maio > Joana Gama e Luís Fernandes            

06.junho > A caminhada dos elefantes de  Formiga Atómica

Mediação: Sílvia Pinto Ferreira

 

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CONTACTOS SALAS E BILHETEIRA

COVILHÃ > Auditório Teatro das Beiras

Travessa da Trapa, 2, 6200-216 Covilhã

Reserva de bilhetes e Inscrições em Atividades Y Públicos:

tlm.: 968 057 137 | quartaparedeartesperformativas@gmail.com

Preços Bilhete:

Bilhete: 6,00 €

Bilhete c/desconto: 3,00 € (<25 anos, >65 anos, estudantes, profissionais do espetáculo, trabalhadores ADC, sócios INATEL)

Os bilhetes devem ser levantados na bilheteira até às 21h do dia do espetáculo.

Bilhete Público escolar: 1,00 €

 

CASTELO BRANCO > Cine-Teatro Avenida

Avenida General Humberto Delgado, 6000-081 Castelo Branco

Reserva de bilhetes:

tel. 272 349 560 | cineteatro.avenida@gmail.com

Horário de bilheteira:

3ª feira a sábado: 14h00 às 19h00 | Dias espetáculo: 15h00 às 19h00 e a partir das 20h30

Preço Bilhete: 5,00 €

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FICHA TÉCNICA

Direção artística: Rui Sena

Assistência de programação e produção executiva: Sílvia Pinto Ferreira

Conceção de imagem: José Manuel Castanheira

Design gráfico: Joana Martinho Marques

Coordenação técnica: Pedro Fonseca

Apoio à comunicação: Celina Gonçalves

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Festival Y#16 – festival de artes performativas

Organização: Quarta Parede

Financiado por: Governo de Portugal | Direção Geral das Artes, Município da Covilhã, Município de Castelo Branco, Fundação Inatel, ADC – Águas da Covilhã.

Apoio à Divulgação: RTP- Antena 1 e Antena 2

Apoios regionais à divulgação: Jornal do Fundão, Rádio Clube Covilhã e Aqui Há Beira

Apoio: La Fundición-Centro de recursos para las Artes Escénicas, EPABI-Escola Profissional de Artes da Beira Interior, Teatro das Beiras, Citemor – Festival Montemor-o-Velho

Colaboração: UBI – Mestrado Estudos da Cultura, Escola Secundária Campos Melo, Conservatório de Música da Covilhã





Festival Y#16

9 03 2020

CARTAZ Festival Y#16 - festival artes performativasconceção cartaz: José Manuel Castanheira

Agora que falamos de territórios de baixa densidade…

é precisamente numa dessas regiões que acontece um dos festivais de artes performativas mais antigos do interior e do país, o Festival Y. É com o desejo de fazer o melhor para a região que partimos para cada edição, na tentativa de quebrar fronteiras que o próprio país criou. Voltamos a trazer novos criadores, a provocar novos cruzamentos e a provocar os diversos públicos para novos desafios, sempre com o objetivo de mostrar as mais recentes criações nacionais ou estrangeiras. Renovamos a programação ao apresentar estruturas e criadores que pela primeira vez estão na região, devido às cumplicidades que criámos, das quais um bom exemplo é o Citemor-Festival de Montemor-o-Velho e a La Fundición de Bilbau. Com esta última, é novamente possível ligar este território ao País Basco através do projeto Do outro lado/Al otro lado que permite a circulação de criadores portugueses e bascos. essa cumplicidade que nos une ao longo dos anos a outros palcos da região – e aqui é justo mencionar a parceria com o Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco – e que nos permite contrariar a ideia de que nada acontece nos “tais territórios” onde se pagam as portagens mais caras do país.

Apresentamos também dois eixos de programação e criação que complementam o trabalho iniciado com o Festival Y#16 e que são o Em Trânsito – Y a caminho do Y – artes performativas para novos públicos e o Y Públicos 2020 -Eixo de Programação Artístico-Pedagógica.

É por estas razões que resistimos e também porque acreditamos que o futuro dará uma imagem mais nítida do trabalho que os profissionais das artes performativas têm desenvolvido ao longo de anos neste território, para o qual parece que só agora o país acordou.

Rui Sena