1º Andar – mostra de criadores emergentes 2011, nos dias 29 e 30.novembro

21 11 2011

Cartaz 1º Andar - mostra de criadores emergentes 2011. Conceção: Joana Bravo

1º Andar – mostra de criadores emergentes 2011 decorre nos dias 29 e 30 de novembro, na Covilhã [Auditório Teatro das Beiras] e em Castelo Branco [Cine Teatro Avenida].

 

Programa:

29.novembro.2011 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras

21h30 > Raquel André & Tiago Cadete, com “NO Digital”

22h30 > Raquel Castro, com “Os dias são connosco”

 

30.novembro.2011 | Castelo Branco > Cine Teatro Avenida

21h30 > Carolina Fernández, com “Ni príncipes ni hostias”

22h30 > Anaísa Lopes, com “Corpo (I)lógico”

 

Os espetáculos serão seguidos de conversa com os criadores.

 

Toda a informação em www.1andarmostra.wordpress.com

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Atelier “Coisas Loisas”, no dia 24.novembro, na Covilhã

21 11 2011

Atelier Coisas Loisas

A Quarta Parede realiza duas sessões do Atelier Coisas Loisas, orientado por Sílvia Ferreira, no dia 24 de novembro, na Escola Básica do 1º Ciclo A Lã e a Neve, na Covilhã.

Sobre o Atelier Coisas Loisas:

Coisas Loisas transforma coisas em loisas
que por sua vez se transformam noutras coisas

Atelier de sensibilização ao teatro de objetos direcionado para crianças e adolescentes.
Experimentar o cruzamento de objetos desperdiçados com práticas e conceitos artísticos do universo das artes plásticas, do teatro e da poesia é o principal objetivo deste atelier.
Como complemento dos propósitos artísticos, pretende-se que os participantes tomem consciência daquilo que é considerado “lixo” pelo seu caráter descartável e adotem uma atitude ativa e criativa em relação ao seu reaproveitamento.





Quarta Parede apresenta “Gota a gota” na Guarda e em Alcanena

15 11 2011

A Quarta Parede apresenta “Gota a gota”, espetáculo de teatro visual/multimédia, no dia 16 de novembro às 10h, no Teatro Municipal da Guarda e no dia 19 de novembro, às 21h30, no Cine-Teatro São Pedro, em Alcanena.





Divulgação | “Hermafrodita” instalação multi-touch, dias 10 e 11.novembro, na Covilhã

9 11 2011

A instalação multi-touch “Hermafrodita” é uma coprodução da Quarta Parede e do Mestrado de Design Multimédia/Departamento de Comunicação e Artes da UBI, com abertura no dia 10 de novembro, às 18h, no LIMI [Laboratório de Instalações Multimédia Interativas], na UBI [Polo IV]. Poderá ser visitada e experienciada nos dias 10 e 11 de novembro, entre as 18h e as 22h.

A instalação multimédia “Hermafrodita” será apresentada no âmbito da Mostra de Projetos Multi-Touch, que decorre nos dias 10 e 11 de novembro, das 18h às 22h, e no dia 14 de novembro, das 19h às 22h, no LIMI [Estrada do Sineiro, 6200-209 Covilhã], em que serão apresentados a instalação “Hermafrodita” e projetos do Mestrado de Design Multimédia, da UBI. A entrada é livre.

Hermafrodita consiste numa instalação que permite aos utilizadores explorar de uma forma interativa conteúdos relacionados com o universo da intersexualidade, através de uma Mesa Multi-Touch (TableTop).

Em Hermafrodita apresentamos um olhar analítico e crítico sobre a forma como a intersexualidade tem sido abordada ao longo dos tempos.

O conceito “hermafrodita” surge na biologia para designar os organismos de alguns seres vivos, animais e plantas, que possuem em simultâneo órgãos reprodutivos normalmente associados aos sexos feminino e masculino. O fato do caracol ou da minhoca, por exemplo, serem hermafroditas, não nos provoca estranheza, mas este conceito aplicado a um ser humano já levanta questões mais complexas. Questões estas que se podem sintetizar na seguinte formulação: num mundo que apenas permite o masculino e o feminino, onde se situa alguém que é os dois, ou mesmo, que não é nenhum dos dois?

Ao falarmos da intersexualidade pretendemos objetivamente incitar uma reflexão sobre uma realidade – tantas vezes abordada como um mito – submetida ao silêncio durante séculos e que ainda hoje é alvo de preconceito e discriminação. Realidade esta que estremece os conceitos comummente aceites de “normal”, de feminino e de masculino, e nos ajuda a compreender um pouco melhor as discrepâncias entre corpo, género e identidade tão manifestas na sociedade do séc. XXI.