Atelier “Como um robot”, dia 2.Junho’10

28 05 2010

Realiza-se na próxima quarta-feira, dia 2.Junho’10, o Atelier “Como um robot”, orientado por Joana Marques e Sílvia Ferreira, dirigido a alunos da Escola EB1 São Silvestre. O Atelier decorrerá no Museu de Lanifícios – Núcleo Real Fábrica Veiga.

Sobre o Atelier “Como um robot”:

Como um Robot lança um desafio: perceber como é que as Máquinas mudaram a Arte.

Para tal vamos explorar o Museu dos Lanifícios, descobrir se ele nos pode ajudar na nossa demanda. O Museu da Indústria dos Lanifícios conta-nos muitas histórias, histórias da lã, histórias dos operários, histórias das máquinas, histórias da cidade e da região. Mas, poderá ele dizer-nos como é que as Máquinas mudaram a Arte?

Partindo do Museu, lançamo-nos numa aventura, conduzidos pelas Máquinas e pela Arte, exploramos, observamos, fabricamos e movimentamo-nos como um Robot.

Obs: O Atelier faz parte de um programa pedagógico mais amplo – “As máquinas mudaram a arte”. Esta programação decorre de uma parceria desenvolvida entre a Quarta Parede e o Museu de Lanifícios da UBI.

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Curso “A arte… as máquinas… e a vida”, 5º módulo – 2ª sessão, dia 22.Maio’10

18 05 2010

Decorre este sábado, dia 22.Maio’10, a segunda sessão do 5º módulo do Curso de Arte Contemporânea “A arte… as máquinas… e  a vida”, dirigido por Magda Henriques, no Museu de Lanifícios da UBI – Núcleo Real Fábrica Veiga.

Sobre o 5º módulo: Arte, produção em série e sociedade de consumo – da Factory de Andy Warhol à arte urbana dos nossos dias

Neste módulo concentramo-nos temporalmente entre a segunda metade do século XX e o início do século XXI. a uniformização dos comportamentos e do consumo à acentuação das singularidades e da pluralidade de visões do mundo. Arte, moda, publicidade, activismo político…confundem-se.

“A identidade de uma pessoa é constituída por uma multitude de elementos, que não se limitam evidentemente aos que figuram nos registos oficiais. (…) Porque é o nosso olhar que aprisiona muitas vezes os outros nas suas pertenças mais estreitas e é também o nosso olhar que tem o poder de os libertar.”  Maalouf, Amin, As identidades Assassinas, Difel, Viseu, 2002 

Nesta segunda sessão do módulo tomamos como ponto de partida as máquinas televisão, computador e avião para reflectirmos sobre: imaginários visuais massificados, globalização, mobilidade e creolização. Numa sociedade dominada pelos meios de comunicação, onde a representação se toma frequentemente pela realidade, assiste-se, em simultâneo, à uniformização dos comportamentos e do consumo e à acentuação das singularidades e da pluralidade de visões do mundo. Exploramos, assim, noções como: representação, simulacro, linguagem, alteridade, “para além de”, tradução… e reflectimos sobre a sua relação com a construção e afirmação de identidades variadas na produção artística contemporânea. Tocamos, ainda, no graffiti como arte urbana de guerrilha e recordamos o caminho desde o tubo de tinta e o atelier móvel, no século XIX, até à lata de spray nos nossos dias.





Atelier “As máquinas mudaram a arte”, dia 21.Maio’10, na Escola Secundária Frei Heitor Pinto

18 05 2010

Realiza-se na próxima sexta-feira, 21.Maio’10, o Atelier “As máquinas mudaram a arte”, orientado por Magda Henriques e Defski, na Escola Secundária Frei Heitor Pinto [Covilhã].

Sobre o Atelier “As máquinas mudaram a arte”:

Actividade que contempla uma componente teórica e uma componente prática que podem funcionar autonomamente ou em complementaridade.

 1. A máquina a vapor, a fotografia, o tubo de tinta, o computador, a lata de tinta… e a arte

Faz-se aqui uma breve viagem pela história da arte contemporânea, desde a revolução industrial aos nossos dias. Partindo de obras diversas (artes visuais, música, poesia…) e de comentários de artistas como: Turner, Adolph Menzel, Monet, Marinetti, Man Ray, Marcel Duchamp, Walter Gropius, Lissitzky, Andy Warhol, Banksy, entre outros – percebemos, a partir da arte, algumas das transformações histórico-sociais, porque como afirma o artista Pedro Cabrita Reis, “as formas da arte são simultaneamente as formas dos acontecimentos humanos”. 

 2. Os computadores, as mesas e as misturas

Nesta oficina experimenta-se a diversidade de possibilidades que estas “máquinas” permitem em termos de composição musical e percebe-se como a noção de compositor e de música se transformou e ampliou.