Projeto VELEDA

17 07 2021

Sinopse

PULSAÇÕES é um espetáculo de teatro documental, um manifesto, de um coletivo de mulheres, mães monoparentais. A uma e muitas vozes, a um e diferentes corpos, contamos histórias de mulheres que transportam casas. A carga parece superior às suas forças. Mas há que transportá-la. E, depois, gozar-se disso, ir à praia e desfrutá-la. As histórias contradizem-se. Ela quis tanto ser mãe. Ela nunca quis ser mãe. Ela esconde-se debaixo da cama. Ela não dorme. Ela deixa-se dormir e cai, levanta-se e volta a cair. E, entretanto, está sempre, grita, deixa de, reclama, faz tudo, desarruma, não recusa. É o pior e o melhor. Somos.

Sobre o processo:

“Reclamo porque enquanto mãe quero respeito pelo meu trabalho, pelo meu espaço familiar e privado, quero ter o direito à palavra, à participação (…). Mas queridas mães, nem pensar em dar sinal de desobediência. E “ai!” da mãe que se altere! Estará sempre alerta alguém para destacar os evidentes sinais de loucura da senhora mãe que reclama. E não deveria reclamar?”*

O espetáculo PULSAÇÕES integra o projeto artístico e social Veleda-Mulheres e Monoparentalidade. Tem por base materiais dramatúrgicos e performativos de natureza biográfica levantados nos Laboratórios de Pesquisa Social e Artística (2019-2020) desenvolvidos com 33 mulheres e resulta de uma cocriação entre 10 participantes e uma equipa de profissionais das artes e da área social.

Nestes laboratórios, a prática artística desafiou o encontro entre diferentes mulheres em situação de monoparentalidade. O exercício da expressão e criatividade impeliu a uma prática da escuta, da atenção, da presença, do cuidado, da proximidade, consigo e com as outras, capaz de gerar empatia, partilha, energia e força comum.

Neste processo, entre águas tranquilas e águas revoltas, foram surgindo histórias de vida marcadas com a etiqueta “FRÁGIL” ou “NÃO TOCAR”. Algumas destas histórias são tão íntimas que viviam bem lá no fundo, escondidas, a pedir para não serem tocadas ao mesmo tempo que soltavam pequenas pontas, como se afinal quisessem vir à superfície. Outras, estavam bem ali, debaixo da almofada, sempre pulsantes, a não deixar dormir. E ainda aquelas que andam sempre a tiracolo porque são para todos os dias. A partilha destas histórias criou identificação e sentido de pertença, mas também angústia, constrangimento e desassossego. E talvez tenha sido sobretudo o incómodo a sedimentar a vontade e a coragem de levar estas histórias a mais pessoas através deste espetáculo, no qual elas já não pertencem à esfera do pessoal, mas são assumidas no seu todo como a dramaturgia de um coletivo. PULSAÇÕES surge assim como um manifesto de desconfortos e inquietações que transportamos (e que tantas vezes relegámos), e do desejo de que estes possam vibrar para além de nós, que possam “chegar a quem está desse lado”*, que possam “fazer isto mudar”*.

O projeto VELEDA é promovido pela Beira Serra com a direção artística da Quarta Parede e é desenvolvido em parceria com os Municípios de Belmonte, Covilhã e Fundão, MDM – Movimento Democrático de Mulheres e UBI – Universidade da Beira Interior e com o apoio da iniciativa PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social da Fundação Calouste Gulbenkian.

Ficha Artística e Técnica

Cocriação e interpretação: Alice Duarte, Cecília Zacarias, Elizabete Gonçalves, Hortense Trindade, Isabel Rocha, Laura Garcia, Rosa Figueira, Tânia Simões, Verónica Gonzalez, Zita Pires Direção Artística: Sílvia Pinto Ferreira Conceção Sonora: Defski Direção Técnica e Luz: Pedro Fonseca Movimento: Maria Belo Costa Consultoria Artística: Rui Sena Coordenação do Projeto: Marisa Marques Consultoria Social: Catarina Sales Sessões Direitos Laborais: Mónica Râmoa Comunicação: Beira Serra – Associação de Desenvolvimento/Quarta Parede Fotografia: Bruna Kievel Captação e edição de vídeo: Luís Baptista Design Gráfico: Rui Gonçalves

Agradecimentos: A todas as voluntárias envolvidas nas atividades com as crianças (Alicia Pires, Beatriz Mendes, Carolina Mendes, Cristiana Torrão, Débora Nascimento, Érica Santos, Florência Carvalho, Lara Damião, Matilde Damião, Matilde Garcia, Patrícia Pires), a todas as mulheres que têm estado no projeto VELEDA e que estão connosco neste espetáculo e as equipas da Biblioteca do Fundão e do Teatro das Beiras por partilharem os seus espaços connosco, que foram uma segunda casa nestes dias de ensaio.

Área artística: Teatro
Duração: aprox. 60 min
Classificação Etária: M/12 anos





Festival Y#17 – Programação

13 05 2021
Cartaz: José Manuel Castanheira

É sempre uma enorme alegria apresentar uma nova programação do Festival Y, apesar de todos os constrangimentos, dificuldades e sobressaltos por que a cultura tem passado. Os cruzamentos inerentes à natureza do Y, surgem nesta edição particularmente reforçados por projetos artísticos para todos os públicos e de áreas tão diversas quanto as artes visuais, a dança, a música, os novos media, a performance e o teatro. E porque não podemos desligar estas interseções do território que habitamos, propomos uma residência artística e um projeto de cocriação que laboram com matérias ligadas ao local e às suas pessoas. Aqui, salientamos a produção do concerto das Adufeiras do Paul com o músico Defski, num cruzamento entre tradição e contemporaneidade com a cultura local a deixar uma marca importantíssima na programação do Festival Y#17.


Também no sentido do “fazer com”, desenvolvemos o Y PÚBLICOS com ações de mediação e formação artística dirigidas a diferentes segmentos de público e que acompanham todo o festival.


Esta 17ª edição é, pelo segundo ano consecutivo, um Festival com características atípicas devido aos necessários ajustamentos, o que sem dúvida, desvirtuou o programa inicial. Mas estamos aqui, com todos os artistas e parceiros que desde o início construíram connosco este festival, e já a olhar para 2022.

BARBECHO > Natxo Montero

27.05.2021 I 19h00 I Auditório Teatro das Beiras I Covilhã

Integrado no projeto Do outro lado/Al outro lado com La Fundición-Bilbau

© Gabo Punzo

Sinopse

Barbecho (em português pousio) é uma reflexão sobre o próprio processo de criação. Um percurso de movimentos e coreografias em que afloram diferentes questionamentos ao redor da peça e como se posicionam os criadores em relação a esta. O estado de pousio possibilita-nos deixar a pressa, as obrigações, oferecendo-nos o mero feito de estar e de esperar que se passe algo ou não. Barbecho é o repouso, a necessidade de mudança, arejar para sair renovado e enfrentar de novo o quotidiano. O lazer é jogo e jogar é o pousio da alma.

Ficha Artística

Direção artística: Natxo Montero I Assistente de direção: Pako Revueltas I Criação e interpretação: Laia Cabrera e Natxo Montero I Desenho de luz e fotografia: Gabo Punzo I Vestuário e cenografia: Estiling I Vídeo: Alaitz Arenzana I Música: Fragmentos A.Vivaldi, J.S.Bach

Área artística: dança I Duração: 65min I Classificação etária: M/6

MORRER NO TEATRO > Alex Cassal

09.06.2021 I 20h30 I Auditório Cine-Teatro Avenida I Castelo Branco

©Bruno Simão

Sinopse

Morrer no Teatro é um quase-monólogo sobre a morte e o teatro. Partindo de uma premissa comum ao imaginário do cinema-catástrofe – um grupo isolado de sobreviventes que devem construir um novo modelo de sociedade – um ator narra o futuro que nos espera se ficarmos presos aqui, nesta sala de espetáculos. Uma narrativa que costura descrições de velórios, receitas antropofágicas, orgasmos transcendentais e uma fina seleção de excertos da dramaturgia universal.

Ficha Artística

Texto e encenação: Alex Cassal I Interpretação: Marco Paiva (e um ator amador local) I Luzes: Tomás Ribas I Cenário: Alex Cassal e Aurora dos Campos I Coreografia: Márcia Lança I Pesquisa dramatúrgica: Joana Frazão I Produção executiva: Carlos Alves e Daniela Ribeiro I Produção: Má-Criação I Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal

Área artística: teatro I Duração: 1h30 I Classificação etária: M/14

Residência Artística TRANSIENT BOUNDARIES > Frederico Dinis

12.07.2021 a 16.07.2021 I Covilhã

© Frederico Dinis

Sinopse

Transient Boundaries é um projeto de investigação e de criação artística (practice-as-research) inspirado no património material e imaterial associado aos lanifícios da Covilhã e que se enquadra na área da performance audiovisual site-specific. Tem como propósito explorar a natureza diversa do som e sua relação com a imagem, estabelecendo uma ponte com a reconstrução de uma envolvente sensorial que remete para lugares (des)conhecidos e procura gerar interpretações diversas.

Ficha Artística

Conceito, gravação, edição, som, imagem e composição: Frederico Dinis I Produção: Quarta Parede – Festival Y#17 I Apoio: Quarta Parede, Pensamento Voador, CEIS20 – Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, ObEMMA – Observatory of Electronic Music and Media Art

Área artística: novos media/arte site-specific

ADUFEIRAS DA CASA DO POVO DO PAUL & DEFSKI

15.07.2021 I 19h00 I Auditório Teatro das Beiras I Covilhã

© Pedro Seixo Rodrigues © créditos reservados

Sinopse

Vinte e quatro anos após editar um tema em que mesclou ritmos eletrónicos e cantos polifónicos da Beira Interior, Defski (percurso artístico iniciado no coletivo de músicos covilhanenses Factor Activo) junta-se às Adufeiras do Paul (projeto de vozes femininas que recupera não só instrumentos tradicionais mas também literatura popular, ligando-os enquanto jogo rítmico e poético). Da íntima relação com a região beirã, (re)criam contextos sonoros deste território, estabelecendo novos ritmos de passagem.

Ficha Artística

Interpretação: Adufeiras da Casa do Povo do Paul/Adriana Oliveira, Aurora Geraldes, Catarina Geraldes, Céu Ferreira, Fernanda Oliveira, Graça Agostinho, Gracinda Cipriano, Gracinda Lopes, Ilda Vaz, Isabel Santos, Leonor Narciso, Lúcia Oliveira, Maria José Barata, Neuza Rocha, Paula Santos, Rosa Valezim, Rufina Mendes, Teresa Fabião I Composição musical partilhada: Adufeiras da Casa do Povo do Paul e Defski I Produção: Quarta Parede – Festival Y#17

Área artística: música/cruzamentos artísticos I Duração: 45min I Classificação etária: M/6

ANTIPRINCESAS-CLARICE LISPECTOR > Cláudia Gaiolas

25.07.2021 I 11h00 I Auditório Teatro das Beiras I Covilhã

© José Frade

Sinopse

“Clarice Lispector” faz parte de uma série de espetáculos criados por Cláudia Gaiolas a partir da coleção “Antiprincesas”, sobre mulheres que marcaram a história. Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, numa aldeia que não figura no mapa de tão pequena e insignificante. Os seus pais fugiram da guerra e foram parar ao Brasil, onde Clarice cresceu e se tornou uma grande escritora. Escrevia sobre os mistérios do universo e da alma humana, mas também sobre galinhas fugitivas, coelhos pensantes e um cachorro que comia cigarros.

Ficha Artística

Direção e interpretação: Cláudia Gaiolas I Assistência de direção: Leonor Cabral I Dramaturgia: Alex Cassal I Cenografia e figurinos: Ângela Rocha I Fotografia: José Frade I Produção executiva: Armando Valente I Coprodução: Teatro Meia Volta e Depois à Esquerda Quando Eu Disser e São Luiz Teatro Municipal

Área artística: teatro I Duração: 35min I Classificação etária: M/3

OS FILHOS DO MAL > Hotel Europa

05.08.2021 I 20h30 I Auditório Cine-Teatro Avenida I Castelo Branco

© Estelle Valente

Sinopse

Os Filhos do Mal investiga a relação que as gerações que cresceram depois do 25 de Abril de 1974 têm com o Estado Novo e que memórias é que lhes foram transmitidas desse mesmo passado. O espetáculo reflete em particular sobre os “filhos” de opositores do regime em confronto com outros cujos “pais” eram apoiantes da ditadura portuguesa. Em cena, os “atores” são pessoas reais, encontradas através do processo de recolha de testemunhos, representando ali as suas próprias histórias.

Ficha Artística

Criação: André Amálio I Cocriação e movimento: Tereza Havlíčková I Assistente de criação: Cheila Lima I Interpretação: Ana Rita Ferreira, Ana Sartóris, João Esteves, Marta Salazar Fernandes, Paulo Quedas e Rita Tomé I Cenografia: Sara Franqueira I Criação Musical: Pedro Salvador I Desenho de luz e operação: Joaquim Madaíl I Produção Executiva: Maria João Santos I Produção: Hotel Europa I Coprodução: São Luiz Teatro Municipal I Fotografia: Estelle Valente

Área artística: teatro documental I Duração: 1h30 I Classificação etária: M/12

DESENHOS EFÉMEROS > António Jorge Gonçalves

Dia e hora: a confirmar I Local: a confirmar I Covilhã

© Paula Delecave

Sinopse

Trabalhando em articulação com os estímulos sonoros, o artista desenha com o auxílio de mesa e caneta digitalizadora e uma versão do software Photoshop configurada por si para uso performativo. Sem recurso a material pré-gravado respondendo a estímulos sensoriais do momento, os desenhos privilegiam uma dinâmica analógica própria de um ato performativo. As imagens, em permanente metamorfose, habitam o espaço ora como suas personagens ora como cenografias mutantes.

Ficha Artística

Artes Visuais: António Jorge Gonçalves I Música: João Clemente e Nuno Santos Dias

Área artística: novos media/artes visuais I Duração: 50min I Classificação etária: M/6

GESTOS INVISÍVEIS > Sonoscopia

Dia e hora: a confirmar I Local: a confirmar I Covilhã

© Nuno Martins

Sinopse

Partindo da invisibilidade do gesto eletrónico como elemento de exploração musical e cénica, a Sonoscopia propõe um quarteto em que a eletrónica digital do duo de Miguel Carvalhais e Pedro Tudela (também conhecido por @c) encontra os instrumentos percussivos customizados de Gustavo Costa e a luz e vídeo em tempo real de Rodrigo Carvalho. Em palco cruzam-se perspetivas musicais que têm como ponto comum a experimentação e que renovam as linguagens das vanguardas musicais, dando origem a um espaço luminoso, intenso, e invisivelmente expressivo.

Ficha Artística

Percussão: Gustavo Costa I Computador: Miguel Carvalhais e Pedro Tudela I Visuais: Rodrigo Carvalho I Produção: Sonoscopia I Apoio: ARTWORKS

Área artística: música experimental I Duração: 40min I Classificação etária: M/6

TRANSIENT BOUNDARIES > Frederico Dinis

Dia e hora: a confirmar I Local: a confirmar I Covilhã

© CCV, Guimarães

Sinopse

Transient Boundaries é uma performance audiovisual inspirada no património material e imaterial associado aos lanifícios da Covilhã, um território cuja atmosfera tem a capacidade de nos transportar para novas dimensões dos lugares que o integram. Trata-se de um território vivo que se tornou num valor universal, reconhecido pela sua história, e cuja memória preservada nestes lugares remetem para um sentido metafórico de complementaridade, espacial e de natureza geográfica.

Ficha Artística

Conceito, gravação, edição, som, imagem e composição: Frederico Dinis I Produção: Quarta Parede – Festival Y#17 I Apoio: Quarta Parede, Pensamento Voador, CEIS20 – Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, ObEMMA – Observatory of Electronic Music and Media Art

Área artística: performance audiovisual/arte site-specific Duração: 45min I Classificação etária: M/6

Y PÚBLICOS

O Y PÚBLICOS valoriza o envolvimento, participação e formação dos públicos para e com as artes contemporâneas. Propõe-se um conjunto de ações orientadas pela transversalidade entre as artes performativas e outras áreas artísticas, do conhecimento e da vida, algumas da quais conectadas com espetáculos do Festival Y#17.

Comunidade de Espetadores

Encontros informais entre público e artistas para partilha de sentidos sobre espetáculos do Festival Y#17. Uma oportunidade para conhecer mais a fundo os artistas e os seus processos criativos.

15.07 > Adufeiras da Casa do Povo do Paul & Defski
25.07 > Antiprincesas-Clarice Lispector
a confirmar > Performance Transient Boundaries

Laboratório de Artes Performativas Sénior

Já no seu quarto ano de atividade, o LabSénior é um projeto de artes performativas dirigido a seniores. No biénio 2020-2021, a tradição oral da Cova da Beira é o ponto de partida para a exploração do teatro, da narração de histórias e da música.

De fevereiro a dezembro (semanal) I Local: Centro Ativ’Idades/Covilhã. Participação gratuita sujeita a inscrição.
Direção artística: Sílvia Pinto Ferreira I Composição sonora: Defski

Interseções

Oficinas a partir do trabalho desenvolvido no LabSénior em 2020-2021 para público em geral e público escolar. Participação gratuita sujeita a marcação.
Participantes: LabSénior I Direção artística: Sílvia Pinto Ferreira I Composição sonora: Defski

BILHETEIRA E RESERVAS

COVILHÃ > Auditório Teatro das Beiras
Travessa da Trapa, 2, 6200-216 Covilhã

Horário de bilheteira
2ª feira a 6ª feira: 09h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00 I Dias de espetáculo, bilheteira aberta 1h00 antes de cada espetáculo

Reservas de bilhetes
Tel. 275 336 163 I geral@teatrodasbeiras.pt

Preços Bilhete
Bilhete geral: 6,00 €
Bilhete c/desconto: 3,00 € (<25 anos, >65 anos, estudantes, profissionais do espetáculo, trabalhadores ADC, sócios INATEL)
Bilhete Público escolar: 1,00 €

CASTELO BRANCO > Cine-Teatro Avenida
Avenida General Humberto Delgado, 6000-081 Castelo Branco

Horário de bilheteira
3ª feira a sábado: 14h00 às 19h00 | Dias espetáculo: 15h00 às 19h00

Reserva de bilhetes
Tel. 272 349 560 | cineteatro.avenida@gmail.com

Preços Bilhete
Bilhete geral: 5,00 €





Apresentação Festival Y#17-festival de artes performativas

13 05 2021

É com enorme alegria que apresentamos a programação do nosso e vosso Y#17. De maio a setembro, na Covilhã e Castelo Branco. Nesta edição os cruzamentos inerentes à natureza do Y surgem particularmente reforçados por projetos artísticos para todos os públicos e de áreas tão diversas quanto as artes visuais, a dança, a música, os novos media, a performance e o teatro. O programa conta com 8 espetáculos, 1 residência artística e 1 projeto de cocriação de um concerto.





FESTIVAL Y#17

23 04 2021

Na semana de abertura dos auditórios divulgamos a data de início do Festival Y#17 – festival de artes performativas, no dia 27.maio.2021 com o espetáculo de dança BARBECHO de Natxo Montero, no Auditório do Teatro das Beiras, Covilhã, pelas 19h00. BARBECHO reflete em torno do próprio processo de criação, da necessidade de mudança, de repouso e de renovação.


Este espetáculo está integrado na parceria internacional Do Outro Lado/Al Otro Lado entre a La Fundicion e a Quarta Parede, que prioriza o intercâmbio entre artistas bascos e portugueses. A La Fundicion de Bilbao é uma estrutura de criação, internacionalização e sensibilização nas áreas artísticas da dança e do teatro.  





Mapa de Atividades 2020

17 03 2021

Convidamos a conhecerem um pouco mais sobre o nosso trabalho através do documento “Mapa de Atividades” que reflete o exercício de mostrarmos e divulgarmos um pouco mais sobre a Quarta Parede, assim como, reconhecer as pessoas, estruturas artísticas, parceiros, financiadores e meios de comunicação que trabalharam conosco ao longo de 2020.

Acesse o link para descarregar o documento:





Festival Y#17

11 02 2021

Rumo ao Festival Y#17-festival de artes performativas 2021 à velocidade possível!


Cartaz de José Manuel Castanheira





21.10.2020_ANIVERSÁRIO QUARTA PAREDE

21 10 2020

Imaginem! Já são 18 anos…

O que fizemos neste espaço que nos parece tão breve e ao mesmo tempo tão longo? 16 edições do Festival Y-festival de artes performativas, 1 edição do Em Trânsito – artes performativas para novos públicos, 12 criações, 7 edições do 1º andar-mostra de criadores emergentes, a edição de 2 livros, 3 projetos artístico-sociais, o projeto Do Outro lado/Al outro lado de intercâmbio entre o País Basco e Portugal com a La Fundicion/Bilbau, coorganizámos o projeto Jovens Artistas Jovens, exposições, projetos artístico-pedagógicos e o Planshister-encontros de criação com arqueologia industrial. Neste universo participaram mais de 200 criadores e realizámos mais de 1.000 ações.


Por tudo isto, um agradecimento muito especial aos públicos, artistas, bailarinos/as, atores/atrizes, técnicos/as, estruturas artísticas, entidades parceiras, às instituições que nos apoiaram, meios de comunicação, aos/às voluntários/as que nos ajudaram em tantas situações difíceis, a todas as pessoas que ao longo destes 18 anos trabalharam e estiveram com a Quarta Parede.


Que continuemos a imaginar!

nota: as imagens apresentadas são referentes aos espetáculos da Quarta Parede, “Lar Doce Lar” de Jeaninne Trévidic, “Os Fios que a Lã Tece” de Rui Sena, e “Stracciatella” de Sílvia Pinto Ferreira.





EM TRÂNSITO – Y a caminho do Y – artes performativas para novos públicos

25 09 2020

O EM TRÂNSITO é um novo espaço de programação que concilia espetáculos referenciais da criação contemporânea com a formação de novos públicos independentemente das suas faixas etárias.

Tendo uma criteriosa atenção em relação aos conteúdos e formatos dos espetáculos, procura-se com esta programação oferecer aos públicos desde os primeiros anos de vida até idades mais avançadas, contactos com o espetáculo contemporâneo que exercitam a sensibilidade artística como uma ferramenta para a vida. Premissas e marcas que queremos para a atividade da Quarta Parede e para o futuro dos nossos públicos.

Devido às condições excecionais que vivemos, o formato do EM TRÃNSITO teve de ser adaptado, abrimos os espetáculos dirigidos ao público escolar para o público em geral. Através de horários acessíveis, convidamos em especial as famílias a trazerem as suas crianças e usufruírem juntos de uma experiência artística.

Neste sentido, no mês de outubro a Quarta Parede apresenta dois espetáculos de teatro dirigidos a crianças a partir dos três anos de idade e público em geral:

05.outubro.2020 I 15h e 21h30 | “O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)” de Catarina Gonçalves e Felipe Caldeira > Covilhã > Auditório do Teatro das Beiras

créditos: Susana Pomba
créditos: José Caldeira

Sinopse

Este espetáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio. “Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco. O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

Ficha artística Criação: Filipe Caldeira | Direção artística: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Interpretação: Filipe Moreira e Catarina Gonçalves| Texto original: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia: Joclécio Azevedo |Cenografia: Ana Guedes | Apoio à cenografia: Emanuel Santos | Sonoplastia: Rodrigo Malvar | Voz: Catarina Gonçalves | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Vídeo: Teresa Pinto | Apoio à residência: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão: Circular Associação Cultural | Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre.

Teatro| Duração: aprox. 45 min. | Classificação etária: M/3

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18.outubro.2020 I 15h e 17h30 I “Antiprincesas- Frida Kahlo” de Cláudia Gaiolas > Covilhã > Auditório do Teatro das Beirasc

créditos: Estelle Valente

Sinopse

“Frida Kahlo” faz parte de uma série espetáculos criados por Cláudia Gaiolas a partir da coleção “Antiprincesas”, sobre mulheres que marcaram a história: Frida Kahlo, Violeta Parra, Juana Azurduy e Clarice Lispector. São mulheres comuns, heroínas na vida real que desafiaram os cânones e revolucionaram o mundo através da arte, literatura ou política.

“Muito longe daqui, do outro lado do oceano, existe um país chamado México. Mé-xi-co. Neste lugar, há muito tempo, muito tempo, viveu uma menina chamada Frida. Frida. Parece Ferida? Mas não é. É Frrrrrida. Frida Kahlo, a maior pintora do mundo.”

Ficha artística Direção: Cláudia Gaiolas | Interpretação: Leonor Cabral | Dramaturgia: Alex Cassal | Cenografia e figurinos: Ângela Rocha | Desenho de luz: Daniel Worm | Sonoplastia: Teresa Gentil | Fotografia: Estelle Valente | Produção executiva: Armando Valente | Coprodução: Teatro Meia Volta e Depois à Esquerda Quando Eu Disser, São Luiz Teatro Municipal e EGEAC – Programação em Espaço Público | Uma encomenda SLTM e EGEAC – Programação em Espaço Público, a partir da coleção Antiprincesas, edição de parceria entre a Tinta-da-China e a EGEAC.

Teatro| Duração: 35 min. | Classificação etária: M/3





Entrevista com Joana Gama e Luís Fernandes

17 08 2020

Partilhamos convosco a entrevista realizada com Joana Gama e Luís Fernandes durante a residência artística no âmbito do Festival Y#16 – festival de artes performativas, em parceria com a EPABI – Escola Profissional de Artes da Covilhã, durante os dias 20 e 24.julho.

Ainda no âmbito do Festival Y#16 será realizada uma masterclass, no dia 10.dezembro dirigida aos alunos da EPABI, e no dia 11.dezembro um concerto aberto ao público com duração de 45min.





Festival Y#16 – festival de artes performativas – NOVAS DATAS

9 06 2020

19.junho.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras 
Budda Power Blues > Concerto

Budda Power Blues_créditos reservados
© Direitos Reservados

Considerados a melhor e mais importante banda de Blues nacional, os Budda Power Blues têm em Budda Guedes a figura mais notória do género em Portugal. Com o trio como formação, são reconhecidos por frequentemente juntarem 3 vozes à guitarra, baixo e bateria, oferecendo uma massa sonora pouco habitual nesta formação. O trio conta concertos no Blues Garage, Cotai Jazz & Blues fest, Blue Balls Festival, Lusitainian Blues Night Aalt Stadhaus, entre outros. Se tivéssemos que resumir um concerto de Budda Power Blues numa frase diríamos que se trata de um espetáculo de Blues do séc. XXI bem condimentado com todas as origens do estilo e onde o entretenimento anda lado a lado com a mestria dos instrumentos e arranjos.

Ficha artística:

Voz e Guitarras: Budda Guedes | Bateria: Nico Guedes | Baixo: Carl Minnemann

Música (Blues) | Duração: 75 min. | Classificação etária: maiores 6 anos

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26.junho.2020 [6ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida
Lígia Soares > “Cinderela”

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© Bruno Simão

Um homem e uma mulher entram em cena e aproximam-se um do outro dispondo-se com cuidado e técnica numa pose romântica que se estende a toda a duração do espetáculo.

Com o intuito de criar uma metáfora em torno dos contos de fadas que povoam o imaginário de todos nós, Lígia Soares apresenta Cinderela. Uma peça de teatro que se assume como um diálogo sobre o amor romântico que, na resistência à mudança de posição, revela uma analogia à imobilidade social.

Os atores Crista Alfaiate e Cláudio da Silva representam em palco uma Cinderela e um príncipe dos tempos modernos, um casal atingido por um conflito latente, decorrente das assimetrias dos seus estratos sociais.

Ficha artística

Direção e Texto: Lígia Soares | Cocriação e Interpretação: Cláudio da Silva e Crista Alfaiate | Música e Apoio à Dramaturgia: Mariana Ricardo| Cenário: Henrique Ralheta | Luz: Rui Monteiro | Assistência de Ensaios: Mia Tomé | Coprodução: Teatro Municipal São Luiz, Teatro Municipal do Porto-Rivoli, Teatro Aveirense e Teatro Viriato | Apoio: O Espaço do Tempo, Companhia Olga Roriz, Polo Cultural das Gaivotas/CML

Teatro | Duração: 60 minutos | Classificação etária: M/12 anos

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04.julho.2020 [sábado] > 17h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Formiga Atómica > “A Caminhada dos Elefantes”

Dirigido a famílias

A caminhada ©Filipe Ferreira (7)
© Filipe Ferreira

Este espetáculo conta a história de um homem e de uma manada de elefantes. Quando o homem morre, os elefantes fazem uma caminhada misteriosa a sua casa, para lhe prestar uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles.

 “A Caminhada dos Elefantes” é sobre a existência, a vida e a morte, e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém. Um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos.

O projeto contemplou um extenso trabalho de pesquisa junto de cerca de 200 crianças, com idades entre os 6 e os 10 anos.

Ficha artística

Encenação: Miguel Fragata | Texto: Inês Barahona | Interpretação: Miguel Fragata Cenografia e figurinos: Maria João Castelo | Música: Fernando Mota | Luz: José Álvaro Correia | Direção técnica: Pedro Machado | Apoio à dramaturgia: Madalena Paiva Gomes (Psicologia) e Elvira Leite (Pedagogia) | Consultoria artística: Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo e Isabel Minhós Martins | Produção: Clara Antunes e Luna Rebelo/Formiga Atómica | Coprodução: Formiga Atómica, Artemrede, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato | A Formiga Atómica é uma estrutura financiada por: República Portuguesa-Cultura/DGARTES- Direção-Geral das Artes

Teatro | Duração: 50 minutos | Classificação etária: M/6 anos

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11.julho.2020 [sábado] > 22h | Castelo Branco > Campo Mártires da Pátria (Devesa)
PIA – Projetos de Intervenção Artística > “O2 [Oxygen]”

O2 Oxygen NoiteBrancaBragaCMBraga (17)
© CMBraga

“Num futuro frágil e incerto, emerge um Mundo entorpecido pela desenfreada modernização, suspenso pelas poucas memórias que ainda ecoam em corpos resilientes na procura incessante do elemento vital que lhes suporta a Vida.”

Uma Performance que, através das linguagens do Teatro Físico e das Formas Animadas, convida o espectador a uma reflexão sobre como poderia sobreviver uma sociedade, onde a tecnologia desvanece as relações humanas e o acesso ao oxigénio se torna um luxo.

Ficha artística

Autoria, Encenação, Direção Artística e Plástica: Pedro Leal | Direção de Produção e Audiovisuais: Helena Oliveira | Formas Animadas/Conceção Plástica: Pedro Leal | Sonoplastia, Equipa Técnica e Construção: Álvaro Presumido | Performers: Ana Andrade, Helena Oliveira, Manuel Amarelo, Mafalda Cabral, Pedro Leal, Tiago Augusto | Produção: PIA – Projetos de Intervenção Artística CRL | Parceiros: Long Fung Drama Club (Macau) | Apoio à Criação: Instituto Cultural de Macau, Fundação de Macau e Fundação Oriente | Apoio à Criação: Fundação GDA

Artes de rua | Duração: 50 minutos | Classificação etária: M/7 anos

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20 a 24.julho.2020 | Covilhã > Auditório EPABI
Joana Gama & Luís Fernandes [residência artística]

1 ©Lais Pereira
© Lais Pereira

A convite da Quarta Parede, Joana Gama e Luís Fernandes propõe-se a voltar à composição de música em duo. Em contexto de residência artística o duo dedicar-se-á a compor novo material a partir da experiência acumulada nas diversas colaborações levadas a cabo nos últimos 4 anos. Em dezembro (data a anunciar), será ainda realizado um concerto dirigido ao público em geral e uma sessão educativa, dirigida aos alunos da EPABI, composta por um miniconcerto e uma sessão de esclarecimento sobre técnicas e processos de composição utilizados durante a semana.

Ficha artística

Piano: Joana Gama | Eletrónica: Luís Fernandes

Música

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05.agosto.2020 [4ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Ignasi Duarte com Gonçalo M. Tavares > “Conversas Fictícias”

© Susana Paiva

O artista Ignasi Duarte interroga em cena Gonçalo M. Tavares mediante perguntas que o escritor formulou a personagens das suas obras. Conversas fictícias é um exercício de apropriação literária cuja finalidade não é representar ou adaptar um texto à cena, mas obter um novo relato a partir da própria literatura, dos seus restos. Uma abordagem que revela a natureza do projeto como um instrumento de criação em si mesmo.

www.conversasficticias.com

Ficha artística

Ideia, guião, direção: Ignasi Duarte | Intérpretes: Gonçalo M. Tavares e Ignasi Duarte | Produção: Vasco Neves/Citemor – Festival Montemor-o-Velho  

Cruzamentos | Duração: aprox. 60min. | Classificação etária: M/12

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19.setembro.2020 [sábado] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Nerea Martinez > “Biraka”, Integrado no projeto Do outro lado/Al otro lado com a La Fundición-Bilbau

© créditos reservados

“BIRAKA é um desafio pessoal; um desejo de investigar a minha memória e fazer uma viagem entre o corpo que eu fui e o que sou. Uma homenagem às minhas raízes.”

A peça indaga as conexões entre a dança tradicional Basca e a dança contemporânea, reunindo os dois mundos. Estabelece um diálogo coreográfico com a Cultura Basca a partir de uma linguagem contemporânea, reinventando elementos da tradição. A Txalaparta, um instrumento de percussão, imbui o trabalho de caráter Basco e oferece contemporaneidade pelas suas propriedades atonais e pela sua capacidade de inovação e experimentação.

Ficha artística

Conceito, Direção e Interpretação: Nerea Martínez | Direção de Cena: Matxalen Bilbao | Coreografia: Nerea Martínez, Matxalen Bilbao | Música: Argibel Euba, Eneko Uribe | Figurinos: Mónica Lavandera | Cenografia: Babel Studio | Fotografia: Borja Preciado, Jesús Robisco | Vídeo: Borja Preciado | Luz: Zigor Gorostiola | Produção: Mar Mar | Design Gráfico: Peru Isasi | Projeto com Residência de Criação: La Fundición, L’animal a l’esquena, Espacio Espiral, Arragua Lekeitio, BaratzaAretoa, Urduliz Kultur Etxea | Com o apoio de Eusko Jaurlaritza (Kultura Saila), BilbaoEszena, La Fundición.

Dança | Duração: 50 min. | Classificação etária: M/6

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10.dezembro.2020 [quinta-feira] > masterclass > 18h30 | Covilhã > Auditório da EPABI
11.dezembro.2020 [sexta-feira] > Concerto de Joana Gama & Luís Fernandes > 19h| Covilhã > Auditório da EPABI

© Lais Pereira

[masterclass _10.12.2020_18h30 > EPABI > Covilhã]
dirigida aos estudantes da EPABI, a sessão contempla técnicas e processos de composição.

[concerto_11.12.2020_19h_Auditório EPABI > Covilhã]
concerto com composições inéditas, criadas a partir da residência artística realizada no mês de julho na EPABI. O trabalho espelha a continuação da procura de uma linguagem singular na relação entre o piano e a eletrónica, na qual ambos são geradores de material harmónico, melódico e textural.
Devido às medidas do estado de emergência relacionadas com a pandemia Covid-19, o acesso ao concerto é restrito para a comunidade escolar da EPABI. Facto que muito lamentamos, pois a nossa vontade é que para além da comunidade escolar da EPABI, o concerto pudesse ser aberto ao público em geral, como programado.

Ficha artística

Piano: Joana Gama | Eletrónica: Luís Fernandes

Música | Duração: 50 min. | Classificação etária: M/6

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CONTACTOS SALAS E BILHETEIRA

COVILHÃ > Auditório Teatro das Beiras

Travessa da Trapa, 2, 6200-216 Covilhã

Reserva de bilhetes:

Reserva de bilhetes pelos telefones 275 336 163/ 968 057 137 (dias úteis, no horário 10h-13h e 14h30-18h30) e e-mail quartaparedeartesperformativas@gmail.com. A reserva de bilhetes fica garantida por 24h. Local para levantamento de bilhetes reservados ou compra de bilhetes: Teatro das Beiras – Travessa da Trapa, nº 2, Covilhã, entre as 10h-13h.

Preços Bilhete:

Bilhete: 6,00 €

Bilhete c/desconto: 3,00 € (<25 anos, >65 anos, estudantes, profissionais do espetáculo, trabalhadores ADC, sócios INATEL)

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CASTELO BRANCO > Cine-Teatro Avenida

Avenida General Humberto Delgado, 6000-081 Castelo Branco

Reserva de bilhetes:

tel. 272 349 560 | cineteatro.avenida@gmail.com

Horário de bilheteira:

3ª feira a sábado: 14h00 às 19h00 | Dias espetáculo: 15h00 às 19h00 e a partir das 20h30

Preço Bilhete: 5,00 €

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FICHA TÉCNICA

Direção artística: Rui Sena

Assistência de programação e produção executiva: Sílvia Pinto Ferreira

Conceção de imagem: José Manuel Castanheira

Design gráfico: Joana Martinho Marques

Coordenação técnica: Pedro Fonseca

Apoio à produção e comunicação: Bruna Kievel

Apoio à comunicação: Celina Gonçalves

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Festival Y#16 – festival de artes performativas

Organização: Quarta Parede

Financiado por: Governo de Portugal | Direção Geral das Artes, Município da Covilhã, Município de Castelo Branco, Fundação Inatel, ADC – Águas da Covilhã.

Apoio à Divulgação: RTP- Antena 1 e Antena 2

Apoios regionais à divulgação: Jornal do Fundão, Rádio Clube Covilhã e Aqui Há Beira

Apoio: La Fundición-Centro de recursos para las Artes Escénicas, EPABI-Escola Profissional de Artes da Beira Interior, Teatro das Beiras, Citemor – Festival Montemor-o-Velho

Colaboração: UBI – Mestrado Estudos da Cultura, Escola Secundária Campos Melo, Conservatório de Música da Covilhã